Eles são proativos, cheios de energia e querem ver sentido naquilo que fazem. O perfil revolucionário e não adepto a regras pode fazer alguns acreditarem que são profissionais difíceis de se lidar, mas na verdade são pessoas comuns. Apenas fazem parte de uma nova geração: a Geração Y. Nascidos entre o final da década de 70 e o início dos anos 90, esses jovens são da Era Digital. Interados com tudo que acontece ao seu redor, eles têm extrema facilidade com novas tecnologias e não costumam ter medo do novo, do inusitado. É uma geração muito mais preocupada com a questão do equilíbrio entre vida profissional e vida pessoal. Estes jovens são capazes de trabalhar exaustivamente, mas só fazem isso se enxergarem sentido em suas atividades, se tiver a ver com seu projeto de vida. Alguns dos Y já chegaram ao mercado de trabalho, outros começam agora a dar os primeiros passos da carreira. Eles trazem um desafio para gestores e, principalmente, para a área de Recursos Humanos: adequar a cultura e as práticas da empresa a essa nova geração, sem esquecer que também existem em seus quadros integrantes da geração anterior, a X (formada por nascidos entre a segunda metade dos anos 60 e o final dos anos 70), e muitos Baby Boomers (nascidos após o final da Segunda Guerra Mundial, entre 1946 e a primeira metade dos anos 60). Líderes e RHs terão de ser mediadores no sentido de traduzir o que cada geração tenta trazer para a realidade organizacional e de reduzir preconceitos, não só com relação às gerações, mas de qualquer tipo. A palavra-chave aqui é diálogo, evidentemente que acompanhado de planos de ação. A geração da pressa mais conhecida como Y, esta geração poderia ser chamada também de geração dos porquês, da intensidade, dos desafios! Eles querem fazer atividades diferentes o tempo inteiro, querem crescer, e rápido! Mas essa pressa não é vista como uma característica positiva. Alguns profissionais, geralmente de gerações anteriores, consideram que a postura adotada por esses jovens deve ser repensada – é preciso dar tempo ao tempo. O problema da Geração Y é que ela quer comer a sobremesa antes do prato principal, opina um gestor de equipe que prefere não ser identificado. Muito mais questionadores, esses jovens profissionais não são adeptos ao o chefe mandou e eu vou fazer. Com eles, o bom trabalho acontece a partir do convencimento, de também acreditarem em determinado projeto. Com essa geração há de se explicar a razão, mostrar o sentido. É preciso inovar para reter estes talentos, é preciso criar, inovar, repensar práticas.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Geração "Y"
Eles são proativos, cheios de energia e querem ver sentido naquilo que fazem. O perfil revolucionário e não adepto a regras pode fazer alguns acreditarem que são profissionais difíceis de se lidar, mas na verdade são pessoas comuns. Apenas fazem parte de uma nova geração: a Geração Y. Nascidos entre o final da década de 70 e o início dos anos 90, esses jovens são da Era Digital. Interados com tudo que acontece ao seu redor, eles têm extrema facilidade com novas tecnologias e não costumam ter medo do novo, do inusitado. É uma geração muito mais preocupada com a questão do equilíbrio entre vida profissional e vida pessoal. Estes jovens são capazes de trabalhar exaustivamente, mas só fazem isso se enxergarem sentido em suas atividades, se tiver a ver com seu projeto de vida. Alguns dos Y já chegaram ao mercado de trabalho, outros começam agora a dar os primeiros passos da carreira. Eles trazem um desafio para gestores e, principalmente, para a área de Recursos Humanos: adequar a cultura e as práticas da empresa a essa nova geração, sem esquecer que também existem em seus quadros integrantes da geração anterior, a X (formada por nascidos entre a segunda metade dos anos 60 e o final dos anos 70), e muitos Baby Boomers (nascidos após o final da Segunda Guerra Mundial, entre 1946 e a primeira metade dos anos 60). Líderes e RHs terão de ser mediadores no sentido de traduzir o que cada geração tenta trazer para a realidade organizacional e de reduzir preconceitos, não só com relação às gerações, mas de qualquer tipo. A palavra-chave aqui é diálogo, evidentemente que acompanhado de planos de ação. A geração da pressa mais conhecida como Y, esta geração poderia ser chamada também de geração dos porquês, da intensidade, dos desafios! Eles querem fazer atividades diferentes o tempo inteiro, querem crescer, e rápido! Mas essa pressa não é vista como uma característica positiva. Alguns profissionais, geralmente de gerações anteriores, consideram que a postura adotada por esses jovens deve ser repensada – é preciso dar tempo ao tempo. O problema da Geração Y é que ela quer comer a sobremesa antes do prato principal, opina um gestor de equipe que prefere não ser identificado. Muito mais questionadores, esses jovens profissionais não são adeptos ao o chefe mandou e eu vou fazer. Com eles, o bom trabalho acontece a partir do convencimento, de também acreditarem em determinado projeto. Com essa geração há de se explicar a razão, mostrar o sentido. É preciso inovar para reter estes talentos, é preciso criar, inovar, repensar práticas.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Angus - O Primeiro Guerreiro

| Ambientado na Escócia, narra a trajetória de um jovem rapaz que anseia por acompanhar seu pai, um líder guerreiro viking, às guerras recorrentes, mas quando se torna um guerreiro de verdade, Angus descobre que a barbárie e as injustiças das lutas estão longe dos ideais de honra que o pai havia lhe ensinado. O épico criado pelo meu amigo, o escritor Orlando Paes Filho, pode virar filme em Hollywood, mas enquanto isso não acontece, os fãs da série já podem curtir o audiolivro dramatizado, com cerca de dez horas de duração, narrado por Luiz Antonio Lobue, que também interpreta o personagem principal, Angus, e diversos atores que dão vida à saga, entre os quais, eu mesmo. O Mestre Nennius, mentor de Angus, por exemplo, além de outros. Entre os atores que dão vida aos personagens, está Agnaldo Ribeiro, também um grande amigo e companheiro de trabalho. Ele faz o cara mau, e diga-se de passagem, de forma impressionante! Foi muito divertido e também demorado para se produzir este audiolivro, pois o número de personagens interagindo na estória é grande. Cada frase, cada palavra, cada sílaba exigiam uma inflexão diferente. Mas valeu à pena! Está pronto! Os outros audiolivros da série de Angus estão em produção e serão lançados em breve. Os fãs poderão contar com a obra completa da trajetória da família MacLachlan. | |
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terça-feira, 21 de outubro de 2008
Dicas Para Sua Home Office
Um espaço adequado para o trabalho não é somente uma questão estética ou de conforto, é uma condição para que o profissional tenha um bom rendimento durante sua jornada. Veja estas dicas para sua home office: segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Plano de Negócios

Talvez você concorde comigo sobre encarar o plano de negócios como um mapa para crescimento e não como um documento formal para conseguir investidores.
É necessário entender, em primeiro lugar, que este plano realmente só deve ser feito quando você procura um investidor em potencial para dar o start em seu negócio. Nesta situação, o plano deve ter uma estrutura formal, e se justifica até a contratação de um consultor para sua preparação.
No entanto, se você encara tal necessidade como uma base de idéias e estratégias para suas ações, não importará a forma, e sim o conteúdo.
Definir quais são os passos que serão tomados para chegar ao sucesso do negócio, faz-se necessário em todos os segmentos. A partir do momento que você entende o que é sucesso define seu alvo, e lista a estratégia que adotará para chegar lá, você tem uma base para dois fatores importantes:
1- Não se deixar envolver pelo dia a dia e manter o plano bem executado.
2- Comparar seu desempenho real com o que foi planejado e tomar ações para voltar ao curso correto.
O plano não precisa ficar 100% pronto antes de iniciar seu empreendimento. Você pode começar com algo bastante básico, que dê uma visão geral do negócio. Como o cescimento de uma criança. Dá-se o leitinho ralo de início para sua formação, e à medida que se desenvolve, vêm o feijão. Preparar o documento e colocá-lo em prática pouco a pouco lhe dará a flexibilidade e tranqüilidade mental que você precisa para iniciar seu projeto.
O interessante é que ao traçar seu plano, você automaticamente encontrará lacunas em seu raciocínio que devem ser preenchidas. Isto lhe auxiliará a preenchê-las ou alterar o que já existe com novas idéias. As idéias servem para ser trabalhadas e melhoradas.
Tome passos graduais, e saiba que é uma ferramenta que aumentará as chances de sucesso do negócio.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Comunicação e Marketing Empresarial
A comunicação de uma empresa deve acompanhar as mudanças na sociedade; deve obter experiência criativa em estratégias de comunicação e marketing a fim de ficar conhecida em escala global.Você tem muito a ganhar na qualidade dos relacionamentos com clientes e conquista de novos mercados, ao planejar sua comunicação integrada. Cada palavra, cada imagem, cada expressão saída de sua empresa precisa ser consistente em sua forma, objetivo e teor. É importante saber como atrair audiência para seu negócio aliando o conhecimento do comportamento humano com as novas tecnologias.
Uma comunicação bem planejada aumentará a aderência de sua marca na memória de seu público alvo. Analisamos a melhor forma de expor seu produto ou serviço, criar uma estratégia para seu marketing pessoal ou corporativo, identificar seu público alvo ou alcançá-lo de forma indireta por meio de formadores de opinião.
Siga esta fórmula para:
- Traduzir o conceito que envolve sua empresa, produto ou serviço para envolvê-lo de um apelo irresistível.
- Identificar e escrever a história que há por trás de seu negócio, usando nossa habilidade de storytelling e criando uma identidade singular para sua marca.
- Desenvolver o conteúdo para seu site, blog, boletim, house-organ, newsletter ou qualquer mídia.
- Definir sua identidade corporativa e desenvolver sua presença institucional na Internet com métodos de atração e persuasão adequados a um público conectado
- Ministrar workshops, palestras e treinamento para sua equipe para temas como técnicas de expressão e postura em público, marketing pessoal e criação de networking.
domingo, 21 de setembro de 2008
O Medo de Falar em Público

O medo é um mecanismo natural de defesa. Quando as pessoas vêem, por exemplo, um raio caindo, com receio de ser atingidas, fogem para se defender.
Esse mecanismo de defesa está
Agora que entendemos o mecanismo do medo, fica mais simples compreender as suas causas na hora de falar em público.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
"O Caçador de Pipas"
O Caçador de Pipas, obra que já vendeu mais de 2 milhões de exemplares só nos EUA e mais de 800 mil exemplares só no Brasil, está sendo considerado o maior sucesso da literatura mundial dos últimos tempos. Possui uma versão em áudio narrada e interpretada por Sandro Barros, com mais de cinquenta variações de vozes. Sucesso absoluto em vendas no site da Editora AudioLivro e disponível nas maiores livrarias do país.Este romance conta a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção.
Foi um desafio interpretar as vozes de todas as personagens em O Caçador de Pipas, que é uma das maiores obras literárias da atualidade. Cada personagem possuía características peculiares descritas com riqueza de detalhes que me impressionou muito durante a leitura, o laboratório e durante as horas gastas em estúdio. Aliás, ser detalhista é algo típico em todas as obras lançadas por Khaled Hosseini. Foram cerca de quarenta horas de trabalho em estúdio, no total duas semanas de trabalho. Agora com a nova tradução para a versão em áudio, estaremos novamente enfrentando quarenta horas de suor, sangue e lágrimas, devido ao fator "emotion", pois é impossível ler e interpretar O Caçador de Pipas sem vivenciar cada momento importante da vida de Amir e dos demais participantes da trama. A nova versão em áudio sai em breve! Aguardem!
quinta-feira, 19 de junho de 2008
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Não Seja um Gafanhoto

Também vimos ali os nefilins, isto é, os filhos de Anaque, que são descendentes dos nefilins; éramos aos nossos olhos como gafanhotos; e assim também éramos aos seus olhos. - Números:13:33
Após vagar por quarenta anos no deserto, em busca da terra prometida, Moisés e o seu povo finalmente puderam avistá-la de longe. Porém, para chegar até a desconhecida terra era necessário conhecer os perigos que a envolvia e também verificar as condições do solo e do clima. Para a missão de espionar a terra, foram escolhidos doze valentes homens. Durante quarenta dias verificaram os prós e os contras. O povo que havia ficado, esperava ansiosamente o regresso dos seus representantes. Conforme o tempo previsto, aqueles homens voltaram. A multidão (eram alguns milhões) então se reúne, a fim de saber das boas novas. Os espias então começaram a falar: realmente aquela terra é ótima, o solo é maravilhoso, o clima nem se fala... As frutas e os legumes são imensos, vejam! Mas, o entusiasmo durou muito pouco, pois logo exclamaram: aqueles homens são muito grandes, não seremos capazes de combatê-los! Eles são tão grandes (gigantes) e fortes, que diante deles nós somos como gafanhotos.
Que tristeza! Tanta coisa boa... Quarenta anos de espera e ainda assim eles conseguiram ver somente as dificuldades. Sim, acabaram desacreditando deles mesmos. Felizmente a história não termina assim. Dois dos doze homens foram valentes e perseveraram. Ufa!! Ainda bem que existem pessoas motivadas, confiantes e determinadas. Pessoas de fé.Não ser um Gafanhoto é uma necessidade para todos que buscam a excelência pessoal e profissional. Estar pronto para enfrentar os gigantes e transpor todas as barreiras impostas pelas dificuldades da vida é uma questão de sobrevivência no mercado competitivo, onde os mais velozes e mais criativos sempre vencem. Veja: eu destaquei os mais velozes e não os maiores. Por quê? Porque devemos acompanhar o crescimento, as novas descobertas, técnicas e ciência. Devemos girar quando o mundo gira e evoluir constantemente, senão estaremos fadados ao fracasso eterno.Ser um gafanhoto é não acreditar na superação, motivação, empreendedorismo...
O meu desejo é que você seja alguém feliz, motivado e determinado. Eu poderia dizer que desejo dinheiro, fama e poder pra todos, mas acredito que isso não trará paz de espírito e realização pessoal completa.
De que adianta ser um profissional bem sucedido se a sua vida pessoal vai de mal a pior?Experimente gozar bons momentos ao lado da sua família e amigos. Dê valor à pequenos detalhes que muitas vezes passam desapercebidos diante dos seus olhos e você vai crescer também profissionalmente.Na próxima vez em que você chegar à sua empresa (falo para empresários e colaboradores), procure agradecer a Deus, pois vivemos num país onde milhões de pessoas estão desempregadas. Faça isso e você vai crescer pessoalmente.Lembre- se:"A nossa maior fraqueza está em desistir. O caminho mais seguro para o sucesso é sempre tentar apenas uma vez mais”. (Thomas A. Edison)
Está na hora de enfrentar os gigantes que aparecem diante de você, gigantes são fortes, mas não são invencíveis. Derrote um a um, começando agora mesmo.
Sugiro que sem compromisso religioso você leia o capítulo 13 do livro de Números. É um show de perseverança.
Rudson Borges é Master Practitioner em Programação Neurolingüística, palestrante nas áreas de vendas, liderança e motivação. É gestor empreendedor de negócios e articulista diversos sites, jornais e revistas. E-mail: contato@rudsonborges.com
