Revoltados com o rebaixamento do Coritiba à Série B do Campeonato Brasileiro, depois do empate por 1 a 1 com o Fluminense, no último domingo, torcedores do Coxa invadiram o campo e agrediram o trio de arbitragem e policiais.
Equipamentos de fotógrafos, barras de ferro e bancos foram arremessados contra os policiais e um oficial foi retirado de campo desmaiado. Um torcedor do Coritiba levou um tiro na cabeça durante confusão no estádio Couto Pereira, e continua hospitalizado em estado grave no Hospital Evangélico, em Curitiba.
Outras pessoas foram feridas e atendidas em seguida, mas o que dizer do policial que saiu carregado do campo, no exercício da profissão, após ele e seus colegas serem cercados pelos vândalos que invadiram o campo? Atitude completamente desnecessária e irresponsável o ataque àqueles que apenas procuravam manter a ordem e a segurança dos próprios loucos inconsequentes.
O clube recebeu a maior punição da história do futebol brasileiro pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), embora seus advogados tenham trabalhado com afinco para pelo menos diminuir a responsabilidade dos atos ocorridos no local.
No Hospital Cajuru, outro torcedor precisou ser operado após ser atingido por um uma bala de borracha na região do ombro. As duas unidades de saúde receberam pelo menos 20 feridos depois do tumulto no Couto Pereira.
O que penso sobre a real situação do futebol brasileiro nessa questão? Uma vergonha, e também um descaso da polícia não estar preparada para 40 mil pessoas enfurecicidas não contentes com a derrota. Os torcedores, os envolvidos na pancadaria e responsáveis pelo pânico gerado no local, torceram na verdade para a violência e não para a alegria que o esporte poderia lhes proporcionar.
Fico por aqui, na esperança de melhor consciência e bom senso no futebol.






Eles são proativos, cheios de energia e querem ver sentido naquilo que fazem. O perfil revolucionário e não adepto a regras pode fazer alguns acreditarem que são profissionais difíceis de se lidar, mas na verdade são pessoas comuns. Apenas fazem parte de uma nova geração: a Geração Y. Nascidos entre o final da década de 70 e o início dos anos 90, esses jovens são da Era Digital. Interados com tudo que acontece ao seu redor, eles têm extrema facilidade com novas tecnologias e não costumam ter medo do novo, do inusitado. É uma geração muito mais preocupada com a questão do equilíbrio entre vida profissional e vida pessoal. Estes jovens são capazes de trabalhar exaustivamente, mas só fazem isso se enxergarem sentido em suas atividades, se tiver a ver com seu projeto de vida. Alguns dos Y já chegaram ao mercado de trabalho, outros começam agora a dar os primeiros passos da carreira. Eles trazem um desafio para gestores e, principalmente, para a área de Recursos Humanos: adequar a cultura e as práticas da empresa a essa nova geração, sem esquecer que também existem em seus quadros integrantes da geração anterior, a X (formada por nascidos entre a segunda metade dos anos 60 e o final dos anos 70), e muitos Baby Boomers (nascidos após o final da Segunda Guerra Mundial, entre 1946 e a primeira metade dos anos 60). Líderes e RHs terão de ser mediadores no sentido de traduzir o que cada geração tenta trazer para a realidade organizacional e de reduzir preconceitos, não só com relação às gerações, mas de qualquer tipo. A palavra-chave aqui é diálogo, evidentemente que acompanhado de planos de ação. A geração da pressa mais conhecida como Y, esta geração poderia ser chamada também de geração dos porquês, da intensidade, dos desafios! Eles querem fazer atividades diferentes o tempo inteiro, querem crescer, e rápido! Mas essa pressa não é vista como uma característica positiva. Alguns profissionais, geralmente de gerações anteriores, consideram que a postura adotada por esses jovens deve ser repensada – é preciso dar tempo ao tempo. O problema da Geração Y é que ela quer comer a sobremesa antes do prato principal, opina um gestor de equipe que prefere não ser identificado. Muito mais questionadores, esses jovens profissionais não são adeptos ao o chefe mandou e eu vou fazer. Com eles, o bom trabalho acontece a partir do convencimento, de também acreditarem em determinado projeto. Com essa geração há de se explicar a razão, mostrar o sentido. É preciso inovar para reter estes talentos, é preciso criar, inovar, repensar práticas.