segunda-feira, 24 de maio de 2010

Solo Rural - O Programa da Nossa Terra!

O Programa Solo Rural é inteiramente voltado para um dos principais segmentos econômicos e de desenvolvimento do estado: a agropecuária.

Com formato leve, o Programa Solo Rural é uma revista eletrônica que aborda assuntos relacionados a este importante segmento: cultivos, produtos, investimentos, pesquisas, culinária, eventos, serviços, dicas, curiosidades, e também novas tecnologias, culturas alternativas, sistemas de produção, controle de pragas e doenças.

O agronegócio tem espaço garantido!

Assista sempre aos domingos, das 9 às 10 da manhã, na REDETV Canal 5 de Imperatriz-MA.

Não perca!!!

Foto: Dr. Fernando Rossato, Gerente de Produtos Purina da Linha Brasil.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

1º Workshop de Eqüinos Purinutri.

Uma ótima iniciativa educacional do ramo agropecuário de Imperatriz dá oportunidade aos criadores e tratadores de cavalos de nossa região, de obterem mais qualificação. Foi preparado um dia especial para este acontecimento. O evento foi O Primeiro Workshop de Eqüinos Purinutri, e foi um sucesso! A finalidade dos realizadores do Primeiro Workshop de Eqüinos Purinutri é melhorar a qualidade no trabalho e na própria saúde dos animais. O local escolhido para a realização do workshop foi o Rancho BH, localizado nas imediações de Imperatriz-MA. O evento atraiu criadores e tratadores de cavalos de toda a região. Todos puderam agregar mais conhecimento. O tema escolhido para o evento foi: “Nutrição e Manejo de Eqüinos”. O profissional convidado para ministrar o workshop foi o Gerente de Produtos da Purina, Fernando Rossato, especialista em nutrição de eqüinos. Ele trouxe informações atualizadas sobre o assunto aos participantes. Alguns integrantes do 2º Esquadrão da Cavalaria da Polícia Militar estiveram presentes e apreciaram muito a iniciativa. A divulgação do evento também atraiu um grupo de estudantes de zootecnia da Facimp. Eles foram acompanhados do coordenador do curso. O propósito de se realizar um workshop é principalmente estimular a técnica em comunhão com a prática. Nessa ocasião, os inscritos no evento tiveram a oportunidade de assistir às aulas num ambiente bastante propício. Foi montada uma tenda ao ar livre, próxima às baias e aos cavalos. Desta forma, os alunos puderam absorver melhor o conteúdo, transmitido durante cerca de oito horas, e claro, com direito a um intervalo para o almoço, preparado especialmente para quem participou. E, diga-se de passagem, estava tudo muito bom! Ao retornar ao assunto do dia, a atenção foi redobrada por parte de cada um. Caneta e papel na mão e olhos e ouvidos bem atentos! Os proprietários do rancho e anfitriões, acompanharam toda a programação e participaram do workshop. Durante o intervalo da tarde, houve uma atenção especial do Doutor Fernando ao anfitrião, a fim de saber qual o procedimento correto com um dos animais. E após a última parte da jornada de aprendizagem no Rancho BH, e de um banho de conhecimento, houve o momento dos agradecimentos e da entrega dos certificados. Assim como os participantes, eu também parabenizo a Família Purinutri pela iniciativa e realização. Estaremos aguardando a próxima oportunidade!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Segundona, dia de reunião!

Reunião é o encontro de duas ou mais pessoas com o propósito de discutir algum tema ou realizar alguma atividade. Tem geralmente como tema de discussão negócios ou assuntos comunitários. São importantes eventos para contato pessoal e entre os coparticipantes.

Nem sempre uma reunião de negócios acontece numa sala fria e cheia de papéis. Hoje, elas são realizadas em ambientes bem informais, onde, até mais do que as idéias, sua postura é milimetricamente avaliada. Desde o momento em que você é avistado, o campo de visão dos demais participantes, e até das pessoas que estão próximas mas sem participar, é totalmente aberto. O foco é todo o seu corpo e suas ações no ambiente onde está. Porém, à partir do momento em que é conquistada a confiança nas pessoas, isto se inverte, e o foco passa a ser olhos nos olhos. Uma reunião tem o poder de aproximar as pessoas, estreitar laços, ou não. Tudo vai depender da situação atual.

Geralmente as segundas-feiras são os dias prediletos para se realizar reuniões, a fim de se traçar as metas para a semana, ou as sextas-feiras para avaliações do trabalho desenvolvido nos últimos dias.

Uma informação importante é que reunião não é desfile de modas, portanto, nunca se deve exagerar em encontros dessa natureza. Outro fator importante é a escolha do local. Pode ser num restaurante, onde se pode degustar as delícias gastronômicas do local, ou o próprio ambiente empresarial, mais propício para manter a rotina.Pontualidade britânica também é muito importante, afinal, a primeira impressão é a que fica, mas as outras também. E fazer uso da gentileza em ocasiões como essa é o que não pode faltar. Seja sempre grato por tudo, mesmo que a reunião não tenha tomado o curso que você desejava. Pois, quem sabe na próxima vez, o resultado muda por influência da última impressão!

Sucesso!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Um hobbie pra virar negócio!

O Paint Horse é raça de cavalos originária dos Estados Unidos, caracterizada por ser inteligente, musculosa, versátil, forte e atlética. A conformação musculosa, em relação à construção óssea e muscular, fazem com que este cavalo seja adaptado para trabalhos em fazenda. O Paint é um animal considerado bonito, especialmente na área do pescoço e da cabeça. Cada cavalo tem uma combinação de branco e outras cores. É uma raça relativamente nova no Brasil. Em Imperatriz, no sul do Maranhão, encontramos alguns desses animais no Rancho Coração Amigo, de propriedade do empresário Eli Marinho e sua esposa Iara Marinho. O Paint é uma opção para os criadores de Quarto de milha, que une a versatilidade com a pelagem, que o que o torna mais atraente.

Na foto acima, Fábio, um dos responsáveis pelo trato com os cavalos, brinca com a potrinha Jade, enquanto Cauani, filha do Eli e da Iara, observa os dois. Na verdade Fábio está adestrando a potrinha e dando alguns ensinamentos para a Cauani.

Geralmente, os criadores de cavalos começam a comprá-los com a finalidade de obter um hobbie, mas acabam achando interessante iniciar um negócio, e comercializar.

O Paint Horse é um cavalo onde tem a mesma origem do Quarto de Milha, ele possui o mesmo sangue das raças: Mustangue, Puro Sangue Inglês e árabe, por isso tanta beleza e força. A combinação de raças é bombástica! Serve para vários esportes: laço, baliza, tambor entre outros.

A associação de Paint Horse no Brasil está localizada em Bauru.

Alguns Paint são homozigotos para gene tobiano, vale dizer que o descentende nasce necessariamente pintado.

Fique ligado no Programa Solo Rural!

Sempre aos domingos, às 9 da manhã na RedeTV, Canal 5 de Imperatriz-MA.

Apresentação: Ricardo Roldan.


sexta-feira, 7 de maio de 2010

Prevenir é melhor!






















Após o lançamento da 1ª Etapa da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Estado do Maranhão (Aged/MA), que acontece em todo o Estado do Maranhão durante todo o mês de maio, a Agência já vem realizando dias de campo, palestras e reuniões nos Comitês Municipais de Sanidade Agropecuária (Comusas) em povoados, sindicatos, associações, escolas, para conscientizar sobre a necessidade da total cobertura vacinal no rebanho maranhense.

A doença é altamente contagiosa e ataca a todos os animais de casco fendido, principalmente bovinos, suínos, ovinos e caprinos. A gravidade da doença não decorre das mortes que ocasiona, mas principalmente dos prejuízos econômicos, atingindo todos os pecuaristas, desde os pequenos até os grandes produtores.

No Rancho Liliani, localizado na BR-010 no Município de Imperatriz, a campanha já chegou. O gado bovino existente ali é da raça Nelore. A erradicação da aftosa é fundamental para o planejamento estratégico do Ministério da Agricultura. Espera-se que o Maranhão alcance o status de área livre de febre aftosa, pois há há 10 anos não é registrado um único caso em todo o Estado.

Fonte: http://www.ma.gov.br/agencia/noticia.php?Id=8828.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Bonitos, versáteis, fortes e velozes!

O Quarto de Milha surgiu em 1.611 quando dezessete garanhões e éguas, originalmente ingleses, foram levados para os Estados Unidos. Logo depois que esses primeiros cavalos atingiram a costa, o governador Nicholson legalizou a corrida de cavalos, esporte que obteve popularidade quase imediata. Alguns filmes produzidos pela mídia de cinema retratameste fato. Esses cavalos ingleses foram cruzados com os de ascendência espanhola para produzir um eqüino compacto e bastante musculoso, que pudesse correr distâncias curtas em grande velocidade.

Na época em que a guerra da independência começou, os colonizadores tinham tornado-se muito afeiçoados à corrida de Quarto de Milha que geralmente era disputada entre três cavalos que corriam até um quarto de milha (402,33600 metros). Uma das razões da popularidade das corridas de curta distância era que elas podiam ser realizadas nas ruas do vilarejo ou em qualquer clareira de tamanho adequado. Essa corrida, de velocidade em curtas distâncias, foi o primeiro exemplo nas primeiras colônias de corrida de cavalos Quarto de Milha.

Linhagens diferentes foram definidas para cada área. Hoje são bem distintas e tem uma seleção rigorosa. Mas a principal característica do Quarto de Milha é a versatilidade. Corridas, provas western em geral e trabalho no campo. Teve bastante aceitação no trabalho do campo e lida devido a sua docilidade, robustez e velocidade. No nordeste do Brasil o Quarto de Milha tornou-se o melhor em vaquejada.

Em São Miguel do Tocantins, no Rancho Borsói, o Programa Solo Rural foi conhecer e registrar a criação de cavalos de Kiko Borsói. Estivemos lá no mês de março deste ano. Atualmente são um hobbie para ele, mas afirma que está se tornando gradualmente um bom negócio, e pretende investir mais na criação desses belos animais. Além dos cavalos, Kiko Borsói também cria gado bovino da raça guzerá e ovinos da raça Sta. Inês, todos puros de origem.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Curiosidade... é bom pra criar!

"A CURIOSIDADE é a capacidade natural e inata da inquiribilidade, evidente pela observação de muitas espécies animais, e no aspecto dos seres vivos que engendra a exploração, a investigação e o aprendizado", segundo o site de pesquisas Wikipédia.

Ou seja, a CURIOSIDADE faz com que sejamos exploradores do universo. Faz com que absorvamos como verdadeiras esponjas vivas o máximo ou o mínimo de conhecimeto possível.

"A CURIOSIDADE HUMANA é o desejo do ser humano de ver ou conhecer algo até então desconhecido." Mas quando a ética social é deixada para trás, pode significar que esse desejo ultrapassou algum limite indesejado e/ou proibido. Geralmente isto ocorre em relação a outro (s) indivíduo (s). Existem termos muito populares e até engraçados capazes de designar alguém demasiadamente curioso, como: xereta, bicão, intruso, intrujão, olho de tandera, pescoço, etc. Você já foi chamado assim? Calma, não se preocupe, pois você não está sozinho no universo.

A CURIOSIDADE é também a força inquisidora da criatividade. Sem ela, seria praticamente impossível inovar, renovar, ou, simplesmente desfazer qualquer coisa.

Você é curioso? Ok, então também é criativo. Descubra sua força e coloque a criatividade em ação! Sucesso!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Programa Solo Rural no Dia do Índio

Para comemorar uma data tão especial em nosso país, 19 de abril, o Programa Solo Rural esteve presente na comemoração do Dia do Índio no município de Montes Altos, onde está situada a Tribo dos Krikati. Passamos o dia todo conhecendo a cultura desse povo muito interessante. Os Krĩkati tiveram suas terras invadidas por fazendas de gado desde o século XIX e só tiveram seus direitos territoriais plenamente reconhecidos pelo Estado brasileiro em 2004, depois de décadas de conflitos. Hoje procuram dar curso ao seu modo de vida e visão de mundo característicos dos povos Timbira que habitam essa região.

A autodenominação do grupo é Krĩcatijê, que quer dizer “aqueles da aldeia grande”, denominação esta que lhes é aplicada também pelos demais Timbira. Seus vizinhos imediatos, os Pukopjê, a eles se referem usando o designativo Põcatêgê que significa “os que dominam a chapada“.

Devido à referência comum nas fontes históricas entre os Krĩkati e os Pukopjê, no início do século XIX o total da população dos dois grupos foi estimado por Paula Ribeiro em aproximadamente 2.000 índios. Em 1919 um censo do Serviço de Proteção ao Índio (SPI) indicou uma população de 273 índios distribuídos entre as aldeias Engenho Novo e Canto da Aldeia.

Foi só a partir dos anos 60 que as populações dos dois grupos começaram a ser indicadas em separado.

A Terra Indígena Krĩkati está localizada nos municípios maranhenses de Montes Altos e Sítio Novo, a sudoeste do estado. A TI é banhada por rios e córregos das bacias do Tocantins (Lajeado, Arraia, Tapuio, entre outros) e Pindaré/Mearim. Aliás, o primeiro destes importantes rios do Maranhão tem sua cabeceira principal dentro da Terra Indígena.

Em 2005, os Krĩkati habitavam em duas aldeias: São José (a maior e mais antiga) e Raiz, esta fundada poucos meses depois da conclusão da demarcação física da área em 1999. Havia ainda uma aldeia (Cocal) composta por indivíduos guajajara casados com algumas mulheres krĩkati.

Para os Timbira o tempo é visto como uma seqüência de verão (amcró) e inverno (ta’ti), ou melhor, da estação da seca (que compreende os meses de abril até setembro, aproximadamente) e da estação das chuvas (de outubro a março, aproximadamente). Estas duas estações regulam os dois períodos cerimoniais da vida social e também o conjunto das atividades produtivas. Grande parte dos ritos ligados ao ciclo anual se concentra no período da estação das chuvas, enquanto a estação seca se reserva para a realização de um dos ritos ligados à iniciação.

As festas (amji kin, literalmente: “alegrar-se”) Krĩcati, como nos demais povos Timbira, são relativas ao ciclo anual (festa do milho, da batata-doce, da mudança da estação do ano), à iniciação dos jovens, à regulamentação das relações de parentesco e interpessoais, usando as relações entre os animais como paradigma (como a festa do peixe, do papa-mel, das máscaras), as festas relativas a assunção ou a entrega da dignidade de wyty (menino ou menina ritualmente associado aos indivíduos do sexo oposto da aldeia) ou ainda as festas e pequenas cerimônias relativas ao ciclo vital de um indivíduo (fim de resguardo do casal pelo nascimento de filhos, ritos de re-introdução de alguém que ficou afastado por muito tempo do convívio na aldeia, por doença ou luto). Nestes dois últimos casos (wyty e ciclo vital), a responsabilidade pelo suprimento de comida e bens a aldeia é da casa de origem do homem ou mulher.

Estas festas exigem uma farta distribuição de alimentos, e hoje em dia algumas delas se prolongam em período de “latência” de vários meses até que a aldeia promotora possa providenciar comida e outros itens necessários para sua conclusão. Além da comida, são necessários miçangas e cortes de pano, que são oferecidos para os participantes das outras aldeias.

Cada festa é marcada pelo nome de uma tora de corrida específica e por cantos específicos – o que leva à conclusão que sem um “cantador” (incrercatê) que domine os cantos, não se pode realizar determinado ritual. As aldeias que se encontram nesta situação superam o problema “contratando” um cantador de outra aldeia do próprio grupo ou de outra aldeia Timbira.

As festas marcam assim a solidariedade necessária ao convívio nas aldeias e são momentos onde se enfatizam as regras de comportamento. Os amjkin, além de proporcionar um momento de “alegria” e descontração (pois nestes momentos os jovens têm a oportunidade de conhecer mulheres de fora, e os homens e mulheres casadas, para experimentarem relações sexuais extramatrimoniais, porém permitidas), são fundamentais para a atualização da estrutura sociocultural e para o equilíbrio das relações internas.

Portanto, as “festas” preenchem o calendário anual das aldeias quase integralmente: sempre, em qualquer período do ano, uma aldeia estará preparando uma festa, executando outra ou aguardando condições para finalizar uma outra, e a festa do Dia do Índio, a qual tivemos a honra de participar, é uma dessas importantes festas.

"... Os Krĩkati nunca abandonaram as suas antigas sedes ao leste do Tocantins, onde este rio muda sucessivamente a sua direção de sul/norte para leste/oeste, ao nascente de Imperatriz, no interior". (Nimuendajú,1946:19).

(fonte: Povos Indígenas no Brasil - http://pib.socioambiental.org/pt/povo/krikati/1621)

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Equoterapia

A equipe do Programa Solo Rural esteve no Centro de Equoterapia de Imperatriz-MA na última semana para registrar como vêm sendo utilizado este método de recuperação de pessoas com deficiências especiais.

Trata-se de um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência e/ou com necessidades especiais.Ela emprega o cavalo como agente promotor de ganhos físicos, psicológicos e educacionais.

Esta atividade exige a participação do corpo inteiro, contribuindo, assim, para o desenvolvimento da força, tônus muscular, flexibilidade, relaxamento, conscientização do próprio corpo e aperfeiçoamento da coordenação motora e do equilibrio.

A interação com o cavalo, incluindo os primeiros contatos, o ato de montar e o manuseio final, desenvolve novas formas de socialização, autoconfiança e auto-estima.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Colaboração Mútua.

A colaboração acontece pelo exercício de competências na obtenção de resultados mutuamente vantajosos. Seja qual for a situação, de nada adianta comprovar enorme competência sem, na proporção da sua grandeza, exercitá-la para obter resultados colaborativos. Os líderes do futuro que nos servirão de inspiração serão aqueles que conseguirem combinar de forma criativa e audaciosa pessoas com diferentes especialidades, deixando que o confrontem seus pontos de vista, criem uma linguagem comum e tenham idéias criativas e inovadoras. As idéias advindas da colaboração criativa mudarão a nossa forma de encarar o mundo dos negócios, as leis, a tecnologia, o sistema educacional, o governo e o mundo.

A foto acima demonstra um ato de colaboração que expõe o espírito de colaboração que permeia o ambiente de trabalho da família Purinutri. Trata-se de uma trilha ecológica realizada alguns dias atrás na Fazenda Monte Sinai, em João Lisboa, enquanto a equipe do Programa Solo Rural recolhia imagens para uma matéria que já foi ao ar no último domingo, às 9 da manhã na RedeTV, canal 5 de Imperatriz-MA.

A colaboração criativa vai além da noção tradicional de cooperação e trabalho de equipe, aproveitando ao máximo os talentos e a diversidade do grupo. Em vez de sufocar a individualidade, a colaboração criativa combina todas as idéias e perspectivas individuais para alcançar metas conjuntas, resolver problemas complexos e gerar soluções surpreendentes.

É necessário definir um objetivo comum que transforme a mera possibilidade num projeto viável e variável. Tmbém é necessário fazer uma análise que contraste a realidade atual com aquela que você e o seu grupo querem criar. Identificar o que está faltando e que, se fosse providenciado, produziria uma mudança positiva. Quando as pessoas trabalham e pensam conjuntamente, abrem-se novos aspectos do relacionamento humano, e isso é desenvolvimento puro, da melhor qualidade!

Seja um colaborador competente e ousado! Sucesso!